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quarta-feira, 4 de maio de 2011
I want....
Lindo video da Humane Society.....Lembra o cartaz que a gente tem aqui no blog, que diz:
World s too big, I too little, home pls.
(O mundo é muito grande, eu muito pequeno, um lar por favor.)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Você acha isso ultrajante? (legendado em português)
De mães de felinos para todas as mães. O nosso sofrimento é igual.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Você Acha Legal Deixar seu Gato Andar por Aí?
È mesmo? Então leia...
Em janeiro de 2003, um funcionário do Supermercado Nacional, em Rio Grande, RS, matou com requintes de crueldade um gato que havia entrado no estabelecimento. O crime, presenciado por um motorista de táxi, foi ordenado pelo gerente. O gato foi arrastado por uma corda presa ao pescoço, e atirado contra o meio fio da calçada em frente, como se fosse um pedaço de pano.
Em maio de 2003, em Mirassol, SP, a polícia prende um aposentado apanhado em flagrante enquanto tirava a pele de um gato siamês no quintal de sua casa. Dentro de casa, haviam mais dois gatos. O acusado confessou que tinha hábito de roubar os animais das vizinhanças e comê-los.
Na Praça Antero de Quental, RJ, existiam cerca de 14 gatos, a maioria extremamente mansos; todos castrados e vacinados. No dia 12 de junho de 2003, aproximadamente ao meio dia, um senhor branco, que aparentava ter cerca de 60-70 anos soltou um cachorro de grande porte, incitando-o contra os gatos, apesar dos apelos de transeuntes. O cão trucidou a gatinha mais velha, que não conseguiu fugir, e rosnava agressivamente em cima do corpo gato até para o proprio dono. O senhor conseguiu sair com o cachorro quando ameaçaram de matar o animal. No dia seguinte outro homem, que gostou da cena, ameaçou que, de madrugada, iria acabar com o restante dos felinos. Os dois individuos não foram identificados para que se pudesse tomar alguma outra providência. Mas a história não termina aqui. Cães foram e vem sendo usados incessantemente para destruir colônias de gatos em vários locais da cidade, como aconteceu no Extra Boulevard.
Em outubro de 2003, um policial mata uma gata no 23º Batalhão da PM, no Leblon, RJ. O policia segurou a gata pelo rabo acima da cabeça e a atirou na parede repetidas vezes, torturando-a até a morte. A violência foi tamanha que, ao se fazer a autópsia, constatou-se que a coluna da gata estava quebrada.
No início de maio de 2004, a polícia investigou envenenamento de animais em ruas da Tijuca, RJ. De acordo com o que foi divulgado, um serial killer atacou nas ruas do bairro, matando pelo menos 11 animais. Para envenenar os animais, o criminosos jogava dentro de todas as casas carne com chumbinho além de espalhar o petisco pelas calçadas para atrair os animais que passeiam pela vizinhança.
Na Flórida, EUA, um menino de 8 anos tortura um gato de 4 meses de idade, provocando fraturas no crânio e na boca do animal. O crime é considerado pelas autoridades um "delito menor".
ABANDONADOS - O SILÊNCIO DOS INOCENTES (por Claudia Porto, em Gatos do Rio )
A dor dos abandonados se espalha de norte a sul do Brasil. Em praças, hospitais, parques, terrenos baldios e áreas abertas de todo o país, centenas de filhotes e adultos são despejados todos os anos, nas piores condições possíveis.
Sofrendo com a violência e a crueldade humanas, estes animais não recebem nenhum olhar generoso por parte da maioria da população. São perseguidos e capturados, condenados a viver uma vida de párias sob a acusação de transmitirem doenças, emporcalharem os parques e praças e destruírem a fauna nativa.
Discute-se muito se a violência contra os animais têm crescido nos últimos anos na mesma proporção em que cresce a violência contra a sociedade em geral. Sem dados estatísticos precisos, é difícil definir essa questão.
O que se sabe com certeza é que são cada vez mais freqüentes os casos de crueldade e maus tratos que vêm ao conhecimento público. A cada dia aparecem dezenas de novas denúncias e descobrem-se novas formas de barbárie. A imaginação humana parece não ter fim, não parece haver limites para o sadismo de nossa espécie... Não há nenhuma ética nessas mentes doentias.
São muitas as histórias, são muitos os relatos...
Em 2001, no Clube Militar, RJ, os gatos que moravam em um buraco foram perseguidos com um extintor de incêndio e tentou-se capturá-los utilizando pedaços de plástico, vedando em seguida a saída. Dois anos antes, a direção do Clube já havia tentado eliminar os gatos da mesma forma.
Em janeiro de 2003, um funcionário do Supermercado Nacional, em Rio Grande, RS, matou com requintes de crueldade um gato que havia entrado no estabelecimento. O crime, presenciado por um motorista de táxi, foi ordenado pelo gerente. O gato foi arrastado por uma corda presa ao pescoço, e atirado contra o meio fio da calçada em frente, como se fosse um pedaço de pano.
Em maio de 2003, em Mirassol, SP, a polícia prende um aposentado apanhado em flagrante enquanto tirava a pele de um gato siamês no quintal de sua casa. Dentro de casa, haviam mais dois gatos. O acusado confessou que tinha hábito de roubar os animais das vizinhanças e comê-los.
Na Praça Antero de Quental, RJ, existiam cerca de 14 gatos, a maioria extremamente mansos; todos castrados e vacinados. No dia 12 de junho de 2003, aproximadamente ao meio dia, um senhor branco, que aparentava ter cerca de 60-70 anos soltou um cachorro de grande porte, incitando-o contra os gatos, apesar dos apelos de transeuntes. O cão trucidou a gatinha mais velha, que não conseguiu fugir, e rosnava agressivamente em cima do corpo gato até para o proprio dono. O senhor conseguiu sair com o cachorro quando ameaçaram de matar o animal. No dia seguinte outro homem, que gostou da cena, ameaçou que, de madrugada, iria acabar com o restante dos felinos. Os dois individuos não foram identificados para que se pudesse tomar alguma outra providência. Mas a história não termina aqui. Cães foram e vem sendo usados incessantemente para destruir colônias de gatos em vários locais da cidade, como aconteceu no Extra Boulevard.
Em outubro de 2003, um policial mata uma gata no 23º Batalhão da PM, no Leblon, RJ. O policia segurou a gata pelo rabo acima da cabeça e a atirou na parede repetidas vezes, torturando-a até a morte. A violência foi tamanha que, ao se fazer a autópsia, constatou-se que a coluna da gata estava quebrada.
No início de maio de 2004, a polícia investigou envenenamento de animais em ruas da Tijuca, RJ. De acordo com o que foi divulgado, um serial killer atacou nas ruas do bairro, matando pelo menos 11 animais. Para envenenar os animais, o criminosos jogava dentro de todas as casas carne com chumbinho além de espalhar o petisco pelas calçadas para atrair os animais que passeiam pela vizinhança.
Na Flórida, EUA, um menino de 8 anos tortura um gato de 4 meses de idade, provocando fraturas no crânio e na boca do animal. O crime é considerado pelas autoridades um "delito menor".
No Colorado, EUA, pelo menos 42 gatos foram mutilados e mortos. Os órgãos foram retirados cirurgicamente e colocados enfileirados ao lado dos corpos. A polícia procurou o serial killer, em vão.
Uma senhora inglesa teve sua gata raptada e recebeu pedaços de sua orelha pelo correio. O animal voltou para a casa depois disso. Em outras ocasiões, a gata já havia sido queimada e envenenada.
Uma vez, voltando para casa, vi um automóvel acelerar apenas para passar por cima de um gato preto que se atreveu a atravessar a rua justamente naquele momento. Os segundos de agonia a que assisti ficarão marcados como um pesadelo que se repete para sempre.
Um filhote foi jogado da janela de um ônibus em meio ao trânsito; felizmente, sua vida não durou mais que poucos segundos.
Um persa, adulto, é jogado pela porta de um carro em uma rua movimentada do Rio de Janeiro.
Um gato aparece em sua casa pela manhã com uma flecha, disparada por um arqueiro anônimo.
Outro amanhece com a língua pela metade, cortada por algum lunático. Uma gatinha é encontrada queimada e com o rabo quebrado.
Um pequeno gato é girado pela cauda até arrancá-la.
Vários gatos de rua têm os olhos furados por adolescentes que fazem dessa prática um passatempo das tardes de sábado.
Animais são espancados, chacinados, torturados e envenenados diariamente em todo o país. A lista não parece ter um fim.
O abandono resulta em mais tragédias. A violência contra os animais de rua se amplia, apoiada no desamparo e na inocência dos mesmos, incapazes de reconhecer o perigo vindo de seres que aprenderam a não temer, mas a amar.
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E aí, você ainda acha que seu filho merece ser livre?
Acha mesmo? Puxa....
O que ele te fez pra você o odiar tanto?
sábado, 19 de dezembro de 2009
Mensagem de Boas Festas!
Para os cristãos, mais um ano termina. Árvores de Natal, presentes. Tempo de Amor e Paz.E também é tempo de férias. A hora em que alguns esquecem que são pais, guardiões de seres de outra espécie e simplesmente os descartam. Jogam na rua para passarem frio, fome, saudade, abandono. Largam na casa de qualquer um para não terem que esquentar a cabeça, sem saber se serão bem tratados, se sentiram a falta deles. Deixam em casa com muita comida e água e vão embora.
Que cristãos são esses? Que seres humanos são esses? Porque pais e guardiões não são. Pra mim, não se classificam sequer como seres humanos. Mas não é esse tipo de gente que vem ao MdF. Vou continuar falando para os pais. :-)
Há várias opções para a gente. A primeira e óbvia: hotéis que permitam a hospedagem deles. Mas também há os cuidadores, que vem à casa para dar comida, brincar e fazer carinho. Lógico que é um profissional que tem que ser super recomendado, primeiro porque vai ficar com seus filhos, segundo porque vai entrar na sua casa.
Há a opção dos hotéis pet e de pessoas que transformam suas casas em hotéis nessa época do ano - idéia que saiu na Gatoca. Pesquise bem porque hotéis fazem bons pacotes e sempre dá pra
conferir se é bom. Aquele amigo que tem gatos também pode ficar com seu filho, desde que seu filho seja vacinado e os filhos dele sejam saudáveis.Me chamam de maluca, mas eu telefono pros meus. Quando viajo, o pai deles geralmente fica com eles, mas eu ligo e peço pra abrir a secretária eletrônica. Falo e fica aquela galera em torno do aparelho. João já tentou mamar o aparelho, Tomás tentou me tirar lá de dentro. É um treco resistente, não há dúvidas. É bom ter em mente que eles podem tacar a secretária no chão, fazer xixi nela.....sabem como é a revolta felina. Se você tiver um aparelho desses, pode combinar com o cuidador e fazer isso. Não esqueça de deixar uma camisa superusada pra eles. Não fique muito tempo fora, viagens de mais de um mês são um terrível sofrimento. Lembrem: vocês podem ligar a TV, sair. Eles só têm vocês.
Tenham boas festas e não esqueçam: seus filhos também merecem férias e festas felizes!
PS: o felino da foto foi abandonado pela família - nas Filipinas - porque eles arrumaram outro pet. Ficou à própria sorte, doente e triste. Um vizinho ficou tentando achar um abrigo pra ele. Não sei se teve sucesso.
domingo, 22 de novembro de 2009
Coisas que Chateiam.
Cheguei à casa, passou um dia, passou dois. Vida normal, vai dar aula, volta, limpa casa, faz tapeçaria, comida, cuida dos felinos, marido. Acordo e passo por uma felina, refastelada no banco do lado de fora. Ainda sonolenta, cumprimento:
-Yom tov, Golda! Trad: Bom dia, Golda! (hebraico)
Vou tirar a roupa da corda e volto pra dentro de casa. Passo por uma felina saindo do meu quarto e cumprimento:
- Yom tov, Golda!
Aí eu paro. Oy. Será que a minha gata é D-us? Mannagia! Onipresença felina???
Corro lá pra fora. Sim! Era uma felina que não era a Golda, apesar de mega parecida. Chamei o caseiro e perguntei o que era aquilo.
- Ói, donana, é uma gata.
Pensei uma coisa feia, mas não disse. Ao invés, falei:
-Sim, mas é de quem?
-Sei não sióra. Apareceu hoje.
- Tenta ver de quem é, por favor?
- Vejo sim.
-Brigada.
Ele não descobriu, claro. Lá onde estamos as pessoas odeiam gatos - segundo papai - e não cuidam mesmo. Eu já acho que é mais não cuidar, porque até odiar dá um enorme trabalho. Manja gente relaxada, que simplesmente acha que bicho, criança, velho, todo mundo que for dar trabalho se vira bem? É, onde estamos também tem gente assim, apesar de ter muita gente boa.
Fim da opereta? Depois de uma viagem de mais de 2 horas num calor senegalês, ela chegou ao meu pouso aqui no Rio e está no meu banheiro, aguardando pra ser castrada amanhã. Agora se chama Hannah. Se alguém quiser adotar, é só dizer, vou pôr fotos aqui. Acho que ela ficará melhor com quem realmente cuide, já que ninguém da família a reclamou de volta até hoje. Dou cat carona pelo Estado do RJ.
Pindarolas. Querem apostar como quando eu levar ela de volta vai ter gente me enchendo e reclamando que eu castrei? Palavra que mando mascar sapóleo! Eu hein?
-Yom tov, Golda! Trad: Bom dia, Golda! (hebraico)
Vou tirar a roupa da corda e volto pra dentro de casa. Passo por uma felina saindo do meu quarto e cumprimento:
- Yom tov, Golda!
Aí eu paro. Oy. Será que a minha gata é D-us? Mannagia! Onipresença felina???
Corro lá pra fora. Sim! Era uma felina que não era a Golda, apesar de mega parecida. Chamei o caseiro e perguntei o que era aquilo.
- Ói, donana, é uma gata.
Pensei uma coisa feia, mas não disse. Ao invés, falei:
-Sim, mas é de quem?
-Sei não sióra. Apareceu hoje.
- Tenta ver de quem é, por favor?
- Vejo sim.
-Brigada.
Ele não descobriu, claro. Lá onde estamos as pessoas odeiam gatos - segundo papai - e não cuidam mesmo. Eu já acho que é mais não cuidar, porque até odiar dá um enorme trabalho. Manja gente relaxada, que simplesmente acha que bicho, criança, velho, todo mundo que for dar trabalho se vira bem? É, onde estamos também tem gente assim, apesar de ter muita gente boa.
Fim da opereta? Depois de uma viagem de mais de 2 horas num calor senegalês, ela chegou ao meu pouso aqui no Rio e está no meu banheiro, aguardando pra ser castrada amanhã. Agora se chama Hannah. Se alguém quiser adotar, é só dizer, vou pôr fotos aqui. Acho que ela ficará melhor com quem realmente cuide, já que ninguém da família a reclamou de volta até hoje. Dou cat carona pelo Estado do RJ.
Pindarolas. Querem apostar como quando eu levar ela de volta vai ter gente me enchendo e reclamando que eu castrei? Palavra que mando mascar sapóleo! Eu hein?
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Lembram da Lata?
Potes com comida também atraem os pequeninos que estão famintos pela rua. Leiam mais aqui. Responsabilidade com nosso lixo é responsabilidade com um felino sem família. Olhe pela sua e por aqueles que estão ao desamparo. Imaginem o sofrimento desse fofo, sem poder respirar direito, sem poder beber água ou se alimentar.Ainda bem que foi socorrido a tempo!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Atenção, Mamães e Papais!
É fato que nossos amores adoram uma comida em lata. Comida em geral, né? Pode ser leite condensado, ração molinha, tem uns viciados em molho de tomate...a coisa varia.
O que fazemos com as latas? Ora, abrimos, tiramos a comida e as jogamos fora. Algumas na reciclagem, outras não. Mas a lata vai pro lixo.
Se não tiramos toda a borda, o que acontece? Nossos filhos podem mexer no lixo e se ferirem seriamente. Só que nossos filhos têm família, que apesar de ter sido meio descuidada, vão estar ali para cuidá-los.
Mas e os abandonadinhos? E os que vivem na rua? Esses vão no nosso lixo e na fome em que vivem, enfiam a cara na latinha para nem que seja lamber um caldinho, uma sobra. E podem se acidentar seriamente, como esse amiguinho aqui. Imaginem se ele não tivesse sido socorrido, que sofrimento! Dois dias com a carinha enfiada aí!
Precisamos ter cuidado com o nosso lixo. Ao usarmos uma lata, retirar todas as farpas metálicas, ABSOLUTAMENTE TODAS, e lavar a lata com detergente para não atrair quem está curtindo a fome das ruas. Podemos alimentar os que nada têm com segurança, certo? - isso, aliás, é assunto pra um outro post, porque muitas almas sebosas se aproveitam para colocar veneno.
Mamães e papais, portanto atenção: nada de latas com farpas no lixo, nem com restos de comida. TODAS AS LATAS precisam estar livre de coisas cortantes. Não são só nossos filhos que importam, são todos os felinos.
Vamos ter mais cuidado, galera? ;-)
O que fazemos com as latas? Ora, abrimos, tiramos a comida e as jogamos fora. Algumas na reciclagem, outras não. Mas a lata vai pro lixo.Se não tiramos toda a borda, o que acontece? Nossos filhos podem mexer no lixo e se ferirem seriamente. Só que nossos filhos têm família, que apesar de ter sido meio descuidada, vão estar ali para cuidá-los.
Mas e os abandonadinhos? E os que vivem na rua? Esses vão no nosso lixo e na fome em que vivem, enfiam a cara na latinha para nem que seja lamber um caldinho, uma sobra. E podem se acidentar seriamente, como esse amiguinho aqui. Imaginem se ele não tivesse sido socorrido, que sofrimento! Dois dias com a carinha enfiada aí!
Precisamos ter cuidado com o nosso lixo. Ao usarmos uma lata, retirar todas as farpas metálicas, ABSOLUTAMENTE TODAS, e lavar a lata com detergente para não atrair quem está curtindo a fome das ruas. Podemos alimentar os que nada têm com segurança, certo? - isso, aliás, é assunto pra um outro post, porque muitas almas sebosas se aproveitam para colocar veneno.
Mamães e papais, portanto atenção: nada de latas com farpas no lixo, nem com restos de comida. TODAS AS LATAS precisam estar livre de coisas cortantes. Não são só nossos filhos que importam, são todos os felinos.
Vamos ter mais cuidado, galera? ;-)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Lembrando....
Imprimam e deixem na bolsa.
Baixem o pdf aqui!
Leiam mais aqui e aqui. No segundo link, vejam que o Decreto 4.645 de 10 de Junho de 1934 está assinado por....Getúlio Vargas. Por mais que se fale, o velhinho era mesmo avant garde: salário mínimo, direito do trabalhador, voto feminino. Ok, ok... Nada mais digo! ;-)
Baixem o pdf aqui!
Leiam mais aqui e aqui. No segundo link, vejam que o Decreto 4.645 de 10 de Junho de 1934 está assinado por....Getúlio Vargas. Por mais que se fale, o velhinho era mesmo avant garde: salário mínimo, direito do trabalhador, voto feminino. Ok, ok... Nada mais digo! ;-)
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