Pessoal, outra história de fazer dó (não tou dizendo que Dezembro é mês do felino doido?). Eu sugeri a correr pra um especialista em felinos e pedir exame de função renal, porque alta taxa de uréia pira o bichano.
Vamos ao caso!
Olá mãe!
Bem, vamos por partes.
(...)
A Lalá nunca fez nenhum exame. Pelo menos não que eu saiba. Creio que para castrar não se faça esses exames, eles não nos falaram nada. A castração foi muito traumática, mas foi assim pq ela já tinha fobia de pessoas estranhas. Então foi horrível. O pior: os pontos abriram e ela foi internada novamente. Certamente a pessoa responsável por manipular os bichos na clínica não soube como pegar nela.
Quanto ao Floquinho, nosso novo neném, ele enche um pouco a paciência dela. Dá umas corridas nela, uns sustinhos, mas na maioria das vezes se dão bem. A gente tenta tratar os dois da mesma forma.
Ela sempre encrencou com visita. Mas hoje em dia está cada vez pior. As pessoas não podem andar pela casa, que ela fica esperando a boa oportunidade de atacar, e eu não estou falando daquelas brincadeiras de gato que gruda na perna mas depois solta, ela realmente gruda mesmo, com muita raiva, emite um som como se fosse um rosnar de cachorro, é terrível. Quando conto as pessoas não conseguem imaginar o que eu digo, até serem atacadas. Não podemos receber visitas se ela não ficar presa no quarto. A última vez foi com minha mãe. Minha mãe foi vibrar com um gol e ela pulou na perna dela, pegou uma varize e jorrou tanto sangue, mas tanto sangue que foi assustador. Contamos uns 15 furos na perna da minha mãe. Isso me faz sentir triste, frustrada... nem tirar ela de casa para levar ao vet me agrada pq é uma luta. Chega no veterinário e são 3 pessoas segurando ela, é terrível. Bom, tem um detalhe: quando era mais nova, inventou de ir para trás da máquina de lavar velha da minha mãe, que ficava pulando. Resultado: a cauda dela foi partida ao meio. Hoje em dia ela só tem um cotoquinho. Ficamos desesperados.
Quanto a postar o meu problema no blog, pode postar a vontade!!! Quanto mais pessoas souberem mais ajudar terei e certamente outras pessoas vão se identificar.
Bjs,
Marcela


