![]() |
| Meninao, lindo, procura família. |
Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
sábado, 16 de fevereiro de 2013
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Rio de Janeiro, Bagdá.
Pois é. As mães que são do Rio já sabem, as que não são já devem ter visto no repórter esso da noite - sim, sou das antigas - que a cidade está de pernas pro ar. Bom, se ainda tivesse pernas.
Quando ainda andava de carro no Rio, já não levava mais meus filhos pra lugar nenhum. Viajar, de carro nem pensar. E se tivesse que ir ao Galeão e passar por Linha Amarela, contava com o apoio de um amigo, que tem o carro blindado. E rezava mesmo assim.
Frescura? Não. Faz tempo que o Rio de Janeiro virou Rio de Janeura. Apenas um por cento da cidade ainda presta, o resto é favela, poluição e violência. É muito triste ver o Estácio, onde me criei quando criança, e a Tijuca, pra onde fui maiorzinha, terem sua noite embalada ao som de tiros. Ver as ruas sujas. Restaurantes fechando, cinemas virando igrejas e drogarias. Lojas que precisam pagar segurança ou falir, porque não conseguem paz. E por favor, me poupem da cantilena do em todo lugar está assim. Desculpem, não está. Em Vienna não está, em Lisboa não está, em Oslo não está. E se está em outro lugar, quero que o outro lugar se lixe, não vou me espelhar em exemplo que não presta. Queria o melhor AQUI!
Uma mãe certa vez me escreveu pra desabafar da filha que foi baleada na janela. Gostava de dormir ali apoiada na tela e levou uma bala perdida. Não morreu por pouco e essa mãe vendeu o apartamento, pela metade do preço. Mas ir pra onde? Já não há muito pra onde ir.
Muitos falam da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes. Mas além dos preços altíssimos, a qualidade de vida pra quem trabalha fora dali - e hoje em dia, mesmo ali, porque os engarrafamentos são absurdos - é zero. Gente que precisa pegar no batente ás nove da manhã precisa sair às seis e meia se for de ônibus comum e às sete se for no ônibus do condomínio. Mas vão passar pela Rocinha,
pelo Vidigal, alguns pelo Borel e outros. Na hora de voltar, se saírem às seis do Centro, chegarão às oito da noite na Barra, isso com trânsito mais ou menos! Isso é vida? Pagar fortuna pra isso? Sair de casa às sete da manhã e voltar às oito da noite? Fora o risco de tiroteio no caminho, de arrastões, que está sempre no jornal! Fora que sem carro não existem esses bairros, porque não há infraestrutura de transporte. Fora o esgoto com tratamento precário. Fora a segurança, se não for paga, inexiste. E dizem que com os Jogos e Copa, as coisas vão melhorar.
pelo Vidigal, alguns pelo Borel e outros. Na hora de voltar, se saírem às seis do Centro, chegarão às oito da noite na Barra, isso com trânsito mais ou menos! Isso é vida? Pagar fortuna pra isso? Sair de casa às sete da manhã e voltar às oito da noite? Fora o risco de tiroteio no caminho, de arrastões, que está sempre no jornal! Fora que sem carro não existem esses bairros, porque não há infraestrutura de transporte. Fora o esgoto com tratamento precário. Fora a segurança, se não for paga, inexiste. E dizem que com os Jogos e Copa, as coisas vão melhorar. Sinto, duvido. O Rio chegou a um ponto sem retorno. Sem escolas decentes, hospitais que prestem, saneamento e política de habitação e transporte séria, essa cidade vai cada vez mais ladeira abaixo. Obra faz maquiagem bonita no cadáver, mas ele vai continuar morto e apodrecer depois que os parentes saírem do velório e o enterrarem.
Enquanto isso nós, mães cariocas, temos que nos precaver: cuidado nas janelas, cuidado ao sair, cuidado no quintal, cuidar no carro se formos assaltadas e levarem nossos filhos (porque eles matam ou jogam na estrada) , cuidar no ônibus se bandidos entrarem e resolverem fazer mais maldade. Andar em alerta o tempo todo, como nos tempos no início da segunda guerra.
Falei em guerra?
É. Falei. Mas isso já tem tempo.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Adopção!
Na floricultura perto do meu prédio, nasceram sete gatinhos - não é coisa do Nélson Rodrigues não - e dois já encontraram lares. O problema são os cinco que ficaram, mais a mãe. Um deles está com o olhinho tri ruim e eles todos estão muito perto de uma via expressa, além da floricultura ser exatamente na entrada do condomínio, que tem supermovimento. Pela primeira vez, e com autorização da minha parceira, venho colocar as fotos deles pra adoção, pedindo a D-us que encontrem boas famílias. Aqui estamos em nove e não há mais como sequer abrigar temporariamente e minha agonia de mãe é grande. Quem quiser fazer propaganda, nós - eu e Andrea - ficamos gratas de todo coração.
Aí vão eles!!!
Aí vão eles!!!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
História da Fátima Lúcia, mãe da Bolinha Fulustreca
Oi Ana! Vi sua historia e me emocionou bastante, lembrou o problema que a minha Bolinha teve com seis anos e foi salva pela equipe (família) do Dr. Ossian(pai), dr Alberto (filho) , Dra Valeria (filha). Bolinha já faleceu, foi-se aos dezesseis anos, mas eu devo a minha vida e a da minha filha a ela. Mas isto é outra história.
Minha Bolinha veio morar com a gente em fevereiro de 1993, tinha nascido da gata de uma amiga. Sempre foi acostumada as melhores rações, sempre foi muito limpinha, até que um dia, lá pelos idos de 1999/2000, ela começou a fazer xixi fora do lugar e miar para avisar.
No início, por desconhecimento, achei que era preguiça ou pirraça, até porque no principio era bem ocasional, uma vez ao mês ou a cada quarenta dias. Até que começou a ser mais amiude e um dia ela fez xixi em cima de mim e começou a gritar alto como se estivesse no
cio, mas um miado mais estridente.
Corri ao primeiro veterinário, que disse ser síndrome urinária do gato, que a bexiga dela estava entupindo e ela iria morrer naquele dia. Só o que ele podia fazer era uma punção para esvaziar a bexiga, pra dar tempo de eu procurar um veterinário especializado em gatos, poque ele era só de cães.
Me lembrei de Dr Ossian, o veterinário dos meus animais da infância. Ele quem cuidava de tudo e fazia cirurgias. Em menos de uma hora o localizei e fui com ela lá. Ele me disse que o estado dela era muito grave que ele ia tentar, ia fazer a cirurgia e tudo que pudesse. Enfim, ela passou pela cirurgia, ficou muito magra. Chegou a pesar só meio quilo, mas sob a supervisão deles, ela se recuperou e passou a comer ração específica para seu problema. Viveu até quase dezesseis anos, morreu em novembro de 2007 e a saudade e a dor da perda doem ate hoje.
Moro no Rio de Janeiro e a clinica do Dr Ossian fica na Estrada do Sapê 655, em Rocha Miranda. O telefone de lá é 33902016.
Minha Bolinha veio morar com a gente em fevereiro de 1993, tinha nascido da gata de uma amiga. Sempre foi acostumada as melhores rações, sempre foi muito limpinha, até que um dia, lá pelos idos de 1999/2000, ela começou a fazer xixi fora do lugar e miar para avisar.
No início, por desconhecimento, achei que era preguiça ou pirraça, até porque no principio era bem ocasional, uma vez ao mês ou a cada quarenta dias. Até que começou a ser mais amiude e um dia ela fez xixi em cima de mim e começou a gritar alto como se estivesse no
Corri ao primeiro veterinário, que disse ser síndrome urinária do gato, que a bexiga dela estava entupindo e ela iria morrer naquele dia. Só o que ele podia fazer era uma punção para esvaziar a bexiga, pra dar tempo de eu procurar um veterinário especializado em gatos, poque ele era só de cães.
Me lembrei de Dr Ossian, o veterinário dos meus animais da infância. Ele quem cuidava de tudo e fazia cirurgias. Em menos de uma hora o localizei e fui com ela lá. Ele me disse que o estado dela era muito grave que ele ia tentar, ia fazer a cirurgia e tudo que pudesse. Enfim, ela passou pela cirurgia, ficou muito magra. Chegou a pesar só meio quilo, mas sob a supervisão deles, ela se recuperou e passou a comer ração específica para seu problema. Viveu até quase dezesseis anos, morreu em novembro de 2007 e a saudade e a dor da perda doem ate hoje.
Moro no Rio de Janeiro e a clinica do Dr Ossian fica na Estrada do Sapê 655, em Rocha Miranda. O telefone de lá é 33902016.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Endereços Importantes...
A Danielle mandou os endereços dos cemitérios e etecéteras aqui do Rio!
PET'S GARDEN
Estrada do Morro Cavado, 1.485 - Ilha de Guaratiba - Rio de Janeiro/RJ
Teleatendimento 24h: (21) 3325-7704 / 9925-9793
petsgarden@gmail.com
Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman
Av. Bartolomeu de Gusmão nº 1.120, São Cristóvão, Rio de Janeiro - RJ. CEP: 20.941-160.
E-mail: ijv@rio.rj.gov.br
Telefones: 2567-5496/ 22542100 / 22542109 / 22542108 e 2567-7699 (telefax)
Face Garden
Rua Aristides Lobo 50 Loja b - Rio Comprido
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2293-5186
Zoológica 24 hs
24 HORAS - (21) 9555-2355/ 9955-5393/ 9341-0688
Adminstração - (21) 2572-7737/ 2428-1081/ 9955-5393 / 9341-0688
Ela diz que já usou Pet's Garden e o Zoológica. Foram muito atenciosos e a atenderam de pronto. O Face Garden não remove os corpos fora do horário comercial, o que ela acho complicado...e eu também.
PET'S GARDEN
Estrada do Morro Cavado, 1.485 - Ilha de Guaratiba - Rio de Janeiro/RJ
Teleatendimento 24h: (21) 3325-7704 / 9925-9793
petsgarden@gmail.com
Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman

Av. Bartolomeu de Gusmão nº 1.120, São Cristóvão, Rio de Janeiro - RJ. CEP: 20.941-160.
E-mail: ijv@rio.rj.gov.br
Telefones: 2567-5496/ 22542100 / 22542109 / 22542108 e 2567-7699 (telefax)
Face Garden
Rua Aristides Lobo 50 Loja b - Rio Comprido
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2293-5186
Zoológica 24 hs
24 HORAS - (21) 9555-2355/ 9955-5393/ 9341-0688
Adminstração - (21) 2572-7737/ 2428-1081/ 9955-5393 / 9341-0688
Ela diz que já usou Pet's Garden e o Zoológica. Foram muito atenciosos e a atenderam de pronto. O Face Garden não remove os corpos fora do horário comercial, o que ela acho complicado...e eu também.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Dica de Veterinária - Tijuca e Copacabana
Esses tratam dos filhos da Danielle!
- Dr. Marcos Makoto
Rua Anita Garibaldi, 60 - I
Copacabana
Tel/Fax: 2235-6201
- Bichos e Caprichos
Rua Enes de Souza, 10
Tijuca
Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2571-1464
- Dr. Marcos Makoto
Rua Anita Garibaldi, 60 - I
Copacabana
Tel/Fax: 2235-6201
- Bichos e Caprichos
Rua Enes de Souza, 10
Tijuca
Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2571-1464
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)


