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domingo, 5 de agosto de 2012

Novo Banner


Maes!

Nao estranhem o novo banner do blog. Acontece que a pintora desses quadros do nosso banner antigo me escreveu, reclamando que ali tem as fotos dos quadros dela, e que ela nao está recebendo por isto, etc. Tirei e pronto, tudo bem. 

Porém, achei meio burrice. Era mais jogo, em termos de negócios, ela me pedir pra colocar o link pro trabalho dela aqui na nossa pracinha. Mas, tudo bem. Nem todo mundo sabe fazer dinheiro. 

terça-feira, 31 de julho de 2012

A Viagem.

Pois é. A viagem me fazia tremer de medo. Já tenho pavor de aviao - a oficina é no chao e espaco aéreo nao tem acostamento - mas a ideia de acontecer alguma coisa com meus filhos me surtava. Eu achava que o povo do porao ia congelar, que ia sumir, fugir, que monstros sairiam do chao e os comeriam - surto é surto e delirar faz parte.

Bom, meus mais velhos foram na cabine com pose de quem tem cartaozinho Gold de milhagem e tudo. Nem um pio, domiram quase o tempo todo. Ás vezes me chamavam pra cocadinha regulamentar de orelha, mandavam a Fuzzy calar a boca, mas só. Nao ligaram pro que eu tava comendo e sinceramente, nem eu. Tudo transcorreu na maior tranquilidade. Joao fez pose para fotos no aeroporto do Galeao e no de chegada. Abalou coracoes nas filas de embarque, enlouqueceu multidoes no check in. Nino ali firme aguentando o assédio. E Susanna, que era pra ter ido na cabine, teve uma crise de pombagira ao ser colocada no transporte de cabine e deu um soco na cara dos irmaos. Porao pra maria barraqueira.  Nao chegou lá a coisa mais limpa do mundo, mas estava tranquila.

Fuzzy Maria pintou o sete. No Galeao, dividiu os holofotes com Joao e andou no colo de meio mundo. Na aeronave, ficou com a madrinha lá na frente e dá-lhe maria macaneta, todo mundo metendo a mao. Me dá duas horas de voô e outra mae de felino - mas viajando sem os filhos - me chama.

-Olha, a sua pequenininha tá chorando a beca.

Estranhei porque ela estava com a madrinha. Estiquei a vista e vi que a dinda tava de fone de ouvido e jamais ouviria a minha filha. A MdF que estava no aviao se ofereceu pra pegar Fuzzy e eu aceitei no ato. Vai que ela passava mal? Ficamos entao nós 4 na última fila, com os assentos só pra gente. Fuzzy miou baixinho as quinze horas de viagem. Sério. Devia ir pro Guiness. Mas muito baixinho mesmo, ela só endoidava quando o aviao decolava ou descia. Aí era um manhanhanhaaauuugziusquemerdaehessa que chegava mesmo o povo a olhar. Mas como meio aviao ali queria fazer o mesmo, mas tinha vergonha, relevaram. 

Foram 9horas e meia só para os fortes. Tomei banho de suco de maca, tive que segurar mao na hora de decolar, cocar duas ao mesmo tempo e de olho no fecho pra nao abrir o transporte, dar água, conversar, colocar no colo escondido pra ver se chorava menos, conferir se tinham feito alguma coisa. Enfim, nao preguei olho e cheguei pra minha conexao simplesmente transida de sono. 

Eles? Cagando e andando. Nem querer sair do transporte na coleira na hora da troca de aviao quiseram. Dormindo estavam, dormindo ficaram e azar da mamae. Fuzzy continuava com o miumiumiueuqueroficarnocolo. Pau de dar em doido mesmo. Subimos no outro aviao. Novamente, problemas. Colocaram eles na business class. Fuzzy retomou o miauê, mas houve trégua. Claro que estranhei, fui ver se ela tinha morrido e religuei a vitrolinha, pra agonia de Wood e Peta Maria. Desmaiei na poltrona por uma hora e acordei quase no destino, passando mal de nervoso. 

Quando descemos, fomos pegar as bagagens - a TAP aliás, tá na linha de mira nesse lance de bagagem - e as criancas que estavam no porao chegaram ótimas, numa boa. Pra mae da Bionda, que me perguntou do xixi, eu respondo: colocamos no piso do transporte fraldas dessas especiais que vende em pet shop, colamos mais algumas com fita cola no teto e deu tudo certo. Só Susanna que chegou meio sujinha, mas porque ela soltou a fralda do chao e se enrolou nela como se fosse um burrito.Aconselho caprichar na fita crepe nas pontas pra deixar bem fixa e ao mesmo tempo fácil de trocar pelo pessoal de terra. Ainda demoramos mais resolvendo problemas criados pela TAP, mas eles aguentaram bem. Nao, nao dei remédio nenhum, isso desregula temperatura corporal e deixa o peludo à mercê. Se você tá acordado, você se defende. Chegamos. Estávamos, finalmente, todos juntos.


E aí vem aquela frase famosa: gato se apega à casa, nao ao dono. É mesmo? Explica isso pros meus. Quando abri os transportes, cheiraram tudo, comeram a comida que a nova avó trouxe, acharam a caixa de areia (por ser mais moderna, o povo ainda fica olhando) beberam água e se aboletaram. Fizemos uma tela provisória, a mocada tá apaixonada pelo movimento,pela janelona, pelo parapeito, pela tela provisória, pelo cochilo com a gente, pelas novidades. Amanha vamos colocar a galera no jardim, de coleira e ver no que dá. Na nossa experiência, gato é o ser mais adaptável que existe. E mais educado também.

Oquei, esquece a Fuzzy Maria nessa. Ainda penso em escrever ao Guiness.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Adaptação.

Canso de ouvir que gato é apegado à casa e não ao dono. Que quando a família felina se muda, não raro o gato foge e boaboseiras afins.

Bom, eu me mudei. Eu, mudança, sete filhos e casa nova. Como o terreno é grande e tem estrada mais ou menos perto - com algum movimento - eu fiquei apavorada. Mas deu tudo certo. Vamos ao passo a passo.

Dia um até o dia seis: todos trancados na biblioteca, ainda sem livros, senão o Thomas os comeria. Ficava com eles uma parte do dia, brincava, etc.

Dia sete ao dia nove: liberei a casa, montei a biblioteca. Thomas achou outras coisas legais para comer, como mariposas. Nino prefere os besouros. João ronca no sofá e pede colo o dia todo. Como todos sabem é igual a criança chorando no jardim de infância: um começa, já era. E tenho só duas pernas.

Dia dez em diante: abri a porta e lá se foram todos pro quintal e jardim. Às sete da noite, chamei pra jantar e vieram todos, inclusive o delinqüente do Thomas, que já havia dado cabo de um bicho que parecia uma cobra. E assim tem sido desde então. Me disse a secretária que eles ficam mais de dia, á tarde entram pra sonequinha e depois passeiam até eu chegar.

Ou seja: adaptação é uma coisa simples, mas que requer paciência e olho vivo dos pais. E pra quem diz que gato é apegado à casa... Meus sete e o colo disputado dos primeiros dias xeretando a casa são a prova que isso é uma feia mentira.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

De Mudança com os Filhotes!

Pelo que entendi, para você se mudar com seus filhos para o Canadá, se for um bebê de mais 3 meses, você precisa o certificado original de vacina antirrábica válida e assinado por um veterinário. Se ele for mais novo que isso, não vai precisar. Se o gato não for vacinado, terá que tomar a vacina lá e uma taxa será paga. O certificado deve identificar as características do animal, contendo a raça, pelagem, cor e deve conter o nome comercial da vacina aplicada, número de série e validade (máximo de 3 anos).

O Canadá tem exigências muito parecidas com as dos Estados Unidos. São dois dos países mais brandos quanto às exigências feitas em relação a viagem com animais de estimação. Resumidamente, as exigências são:

  • Implantação de microchip de identificação padrão internacional (opcional)
  • Cadastro de microchip em banco de dados do fabricante (opcional)
  • Carteira de Vacinação atualizada (especialmente anti-rábica)
  • Atestado veterinário comprovando que o animal está em condições de viajar
  • Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido pelo Ministério da Agricultura Brasileiro (validade de 10 dias)
Tirei daqui, ó!